
quinta-feira, 4 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"ENJOY" - Fazendo valer!
Acabei de me desmanchar assistindo “Forrest Gump”, nem parece muito do meu perfil ficar me emocionando, mas foi gostoso... rs! Será que você também não pensa como a vida parece com a peninha que começa e termina o filme? Que o destino é uma brisa que nos leva para onde nem imaginamos que poderíamos chegar? Penso que viver bem é viver leve, como uma pena... se a vida passa, porque sermos pedras ao invés de penas. O Sábio disse “De fato, como é que podemos saber o que é melhor para nós nesta vida de ilusões, vida que passa como uma sombra?” (Ecl 6:12)
Não é nenhum discurso Hippie ou largado. Adoro a palavra inglesa “Enjoy”, dá a sensação de “Curta até enjoar” rs... tipo “aproveite ao máximo”. Não acho q deva ser perigoso pensar assim, mas acho necessário pra levar uma vida leve, feliz... Salomão também disse que a vida é frágil no capítulo 12 de Eclesiastes, é extremamente libertador e perturbador: “Lembre do seu Criador enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus e cheguem os anos em que você dirá: “Não tenho mais prazer na vida. ”(...) A vida vai se acabar como uma lamparina de ouro cai e quebra, quando a sua corrente de prata se arrebenta, ou como um pote de barro se despedaça quando a corda do poço se parte. De tudo o que foi dito, a conclusão é esta: tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados. (...) Nós teremos de prestar contas a Deus de tudo o que fizermos e até daquilo que fizermos em segredo, seja o bem ou o mal.”
Amanhã ao acordar sei que levantarei pra fazer valer mais um dia, não estou só passeando, rs... Mesmo num dia difícil a gente pode fazê-lo render o máximo. Não sei se vou ficar muito velho, nem me importo com isso, mas com certeza todos os dias quero poder olhar para trás e dizer: Valeu a pena!
domingo, 26 de setembro de 2010

Como Agradecer?
Essas 2-3 últimas semanas, tem acontecido tantas coisas especiais, tenho visto que não há motivos para que eu não seja feliz, e realmente feliz. Em minha vida eu tenho recebido presentes de Deus a cada dia, e eu posso agradecer a Ele por me amar tanto assim e insistir em demonstrar o seu amor já mostrado antes mesmo de eu nascer. Lí o Salmo 111, e acho que eu entendo essa música que Davi escreveu, ele tinha motivos para agradecer, como eu tenho, faço das palavras dele as minhas: “Darei graças ao Senhor de todo o coração junto com os que o obedecem. Grandes são os feitos do Senhor; neles meditam todos os que os apreciam. As suas obras manifestam majestade e esplendor, e a sua justiça dura para sempre. Ele fez proclamar as suas maravilhas; o Senhor é misericordioso e compassivo. Deu alimento aos que o temiam, pois sempre se lembra de sua aliança. Mostrou ao seu povo os seus feitos poderosos, dando-lhes as terras das nações. As obras das suas mãos são fiéis e justas; todos os seus preceitos merecem confiança. Estão firmes para sempre, estabelecidos com fidelidade e retidão. Ele trouxe redenção ao seu povo e firmou a sua aliança para sempre. Santo e temível é o seu nome! O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; todos os que cumprem os seus preceitos revelam bom senso. Ele será louvado para sempre!”.
Conversando com meu amigo, a gente sempre cai no ponto de que buscamos ser sábios, e achei fantástico esse último versículo do Salmo 111, o princípio da sabedoria é o temor a Deus, ou seja a confiança, reverência, respeito, consciência da grandeza dEle e nossa dependência do Seu agir. Nesse último sábado conversávamos sobre coisas que damos importância, mas na verdade fogem da compreensão e de um bom senso inerente aos sábios. Que sabedoria é essa que separa pessoas da alegria, e de uma vida intensamente feliz? Que plenitude de vida é essa que nos poda de sermos realmente libertos e satisfeitos? A Satisfação está onde a verdadeira felicidade mora, na verdade estão todos procurando, e tem muita gente perdida nessa procura. A Felicidade não está apenas num lugar, mas no que é pleno, no completar das coisas, no equilíbrio físico, mental e espiritual; a busca de um sábio passa necessariamente nesses 3 pontos, mas antes de tudo como lemos no salmo o princípio dela é a reverência a Deus.
Então nessa reflexão posso dizer que a procura pela plenitude de vida parte desse início, a priori de que Deus é o Princípio, o Alfa (eu creio e sei que em Jesus eu encontro Deus) e é necessário caminhar a partir daí. Outros “princípios” que temos parecem muito fúteis quando vemos qual é o real fundamento da sabedoria e plenitude que tanto buscamos. O que adiantaria viver mil anos, se de verdade você nem começou por onde deveria começar, para a vida não são os anos que importam, mas sim a maneira pela qual você passou por esses anos. De que forma você tem encarado a sua jornada, o processo, o agora... não dá para esperar o que virá de braços cruzados para aí depois tentar ser sábio, tentar ser feliz, tentar viver em plenitude. Deixar experiências para amanhã é arriscar em não vivê-las. A procrastinação não é boa, seja oportunista (no melhor dos sentidos), viva da melhor forma, intensamente! Não chegarei a uma idade avançada, sem orgulho do caminho que fiz. Quero olhar para minha jornada sem remorso algum.
Deus dá as oportunidades e se for sábio você aproveitará da melhor forma. Eu só posso agradecer por toda a oportunidade que Ele tem dado, e para tentar responder minha própria pergunta no título, me arrisco a dizer que Deus se alegra ao aproveitarmos cada oportunidade que ele tem nos proporcionado, ser feliz e procurar ser ainda mais a cada dia. Você ficou deitado o dia inteiro? Fique feliz por isso, se você entender que Deus te deu a oportunidade de aproveitar o dia inteiro no sofá. Trabalhou feito louco? Fique feliz, porque você tem essa energia toda pra fazer isso. “Em tudo daí graças”. Não desperdiço minhas oportunidades, minhas alegrias, e se posso as potencializo e vivo intensamente cada uma delas! E por Deus, tenho recebido muitas, que eu nunca me esqueça disso.
terça-feira, 21 de setembro de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010
O silêncio que faz bem (Leia Provérbios 1 e 2, ou mais...)
“Escutem! A Sabedoria está gritando nas ruas e nas praças. Nos portões das cidades e em todos os lugares onde o povo se reúne, ela está gritando alto, assim: —Gente louca! Até quando vocês continuarão nesta loucura? Até quando terão prazer em zombar da sabedoria? Será que nunca aprenderão? Escutem quando eu os corrijo. Eu darei bons conselhos e repartirei a minha sabedoria com vocês. Eu chamei e convidei, mas vocês não me ouviram e não me deram atenção. Vocês rejeitaram todos os meus conselhos e não quiseram que eu os corrigisse” Provérbios 1:20-25.
Seria um pouco de maturidade parar e querer ouvir o que os outros dizem? Acho que sim... procurar saber mais, procurar conselhos sábios, mais conhecimento, opiniões diferentes. Conhecimento não se perde, é bom guardá-lo; informação é uma moeda valiosa e é muito mais estável. Eu pensei em escrever sobre a política esses dias, porque nos intervalos da faculdade tenho a oportunidade de ver um pouco do horário político. É vergonhoso o nível de baixaria que é aquilo, dá vontade de desistir de acreditar que alguém vai fazer diferença na política, esse monte de aspirantes a políticos precisam calar a boca! Geralmente quando ouvia algumas coisas bem ruins eu ficava quieto e hoje ainda prefiro não começar discussões, ou não levantar polêmica sobre assuntos, mas vejo que muita gente não pensa assim, tem que sair berrando e soltando um monte de bobagem. Desisti de falar de política. É bom ficar quieto, você apenas recebe informação. Falar, para quem acredita que tem algo a somar aos outros é muito bom, mas quem garante que o que eu tenho para falar sempre será útil?
Primeiro ponto: Parece que tem gente que não sabe ficar quieto! Uau! Como isso é verdade... quantas oportunidades de não falar bobagem são perdidas a cada dia? Se fosse contabilizado, o número seria assustador, certamente! Vejo isso nas minhas aulas, pessoas monopolizando o tempo que temos para ouvir coisas enriquecedoras, porém perdemos porque alguns insistem em ser demasiadamente participativos. Ontem eu tinha uma pergunta, escrevi num papel e entreguei para o professor, sei que ele me responderá com mais atenção. Não sei se isso acontece com todo mundo, acho q comigo até é pouco, mas às vezes sinto a necessidade de ouvir algo, alguma coisa que faça diferença. Geralmente nessa ocasião eu fico mais quieto, mais introspectivo. Não podemos pensar mais sobre o quanto nossas palavras são desimportantes em alguns momentos? O silêncio pode ser revelador, nele podemos ouvir coisas bastante sutis, que em meio ao barulho jamais seriam percebidas. É difícil entender isso? No domingo cantamos a música que está aí em cima (Palavras). Eu estava ouvindo novamente: “Eu poderia ficar a vida inteira ouvindo a Tua voz, tão doce!” é verdade!
Ponto dois: Pessoas precisam te ouvir! Ao mesmo tempo em que ficar quieto é algo bom, sabemos que pessoas precisam nos ouvir. Quanta coisa boa você pode compartilhar! Mas aqui cabe um profundo senso auto-crítico, e um filtro bastante apurado para julgar o que pode agregar valor a vida das pessoas e o que pode apenas ser mais palavras soltas por aí. Não estou sendo rigoroso, acho que há momentos de lazer e pessoas especiais, em que apenas jogar palavras fora é de grande valor. Algumas perguntas que ouço na sala de aula são bem úteis para mim, porque ouço pontos de vista diferentes e abrem-se novas dimensões de conhecimento. Não preciso dizer que o livro de Provérbios de Salomão é algo absurdamente rico em conselhos. Lê-lo em silêncio, pronto a ouvir o que o livro diz é muito bom! Se conseguirmos praticar aquilo tudo então seremos sábios de verdade. Encontrar o equilíbrio entre ficar em silêncio e ouvir, e falar o que é bom e necessário é um desafio que pode te tornar sábio, ou lhe fará passar muita vergonha se não entender essa relação, “Os sábios ganharão prestígio, mas os que não têm juízo passarão cada vez mais vergonha”. Não se incomode, muitíssimas vezes o silêncio pode ser o melhor som!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Que vida boa, que vida boa... (leia Filipenses Cap 1 a 4) Pensar em vida boa, é pensar em liberdade, muitas possibilidades e falta de problemas, sem preocupações, “No Stress”, “hakunna matata”... e geralmente alguém para um discurso motivador solta o versículo de Filipenses 4:13 “Posso tudo naquele que me fortalece!”, como um “tô podendo” como se fosse um bordão desses de personagens de programas humorísticos (geralmente nada engraçados, rs!). Foi o Apóstolo Paulo que escreveu isso, à igreja de Filipos, uma das primeiras igrejas a receber evangelistas do livro de Atos Cap 16:6. No momento que Paulo escreveu a calorosa carta a esses filipenses, fica claro pelas palavras da carta que ele estava preso, provavelmente em Roma. Mas em nenhum momento isso parece um obstáculo ou motivo de tristeza para ele. A carta tem também Timóteo, o jovem e competente filho na fé de Paulo, e também Epafrodito. No capitulo 2, vemos que Ele adoeceu, e ficou perto da morte, mesmo sendo ainda jovem.
Em nenhum capitulo da carta é difícil entender que Paulo realmente estava alegre ao escrever, e viver o momento que estava, mesmo com as dificuldades. Ele faz questão de dizer “que vida boa!” “alegrem-se!”. Tão pouco Timóteo, mesmo com tudo que está acontecendo ao seu redor, está alegre e com vontade de ver e abençoar os filipenses. Nos comovemos com pessoas que enfrentam dificuldades, pessoas que estão presas, pessoas com necessidades, pessoas vitimadas pela violência desse mundo perverso, pessoas que ficam internadas, pessoas que perdem um familiar, ou um amigo próximo, nos entristecemos com situações assim. Jesus, o Próprio Deus, sem entristeceu e chorou numa situação dessa. Então há, de fato, essa equação de choro e a alegria, ainda precisa resultar em uma vida boa, logo: “choro+alegria=vida boa”. Mas e conosco? Quando essas situações acontecem em nossa própria vida? Não quero repetir o texto anterior que escrevi sobre confiar em Deus, mas se você entende essa confiança de que sua vida está nas mãos dEle, então muita coisa muda.
O que Paulo falou no versículo 4:13 é que ele poderia passar por todas as dificuldades, porque quem estava a frente o fortalecendo era Deus, o mesmo está escrito em diversos salmos: “Eu te amo, ó Senhor, minha força. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta” Salmo 18:1 e 2. É sempre mais fácil ver a dificuldade do outro enquanto se está de fora, eu mesmo não tenho tanta empatia, talvez até me falte compaixão ao ver certas situações, mas Deus tem me dado certas situações para sentir na minha pele, e por mais que meu coração fique apertado a palavra de Deus me orienta no sentido de descansar nEle, e confiar no seu agir. Ele dá as aflições aos fortes, porque fortes são os fracos que procuram a força nEle (2 Coríntios 12:9 e 10). Pela força dEle podemos ser vencedores, e é por isso que eu repito, mesmo em meio aos momentos não tão bons: Que vida boa! Pois Deus está comigo, me protege e me guia (salmo 23:4).